terça-feira, 29 de março de 2011

Moda Lisboa LOVE 20 years - my favorites ♥

Alexandra Moura 


Lidija Kolovrat 


Nuno Gama 


Ricardo Andrez 


Katty Xiomara 


sábado, 26 de março de 2011

It is only about ...

It's only about ... 
tension...

Are not fashion drawings, but only distur ...

It's only about ....
nothing...






 KISS KISS, BANG BANG 


quarta-feira, 23 de março de 2011

Sorrio porque...


Falaste-me em escrever-te um poema...
Mas, 
Será que eu sei como isso se faz?
Talvez sim...
Ou muito provavelmente não....

Sabes, 
Este é um daqueles momentos...
Daqueles em que nada apetece,
Nada satisfaz,
Simplesmente nada, nada, nada...

Parece que sinto o Mundo comprimir-se,
Comprimir-se
Como se o restringissem sem mais não!

Sinto a felicidade estremecida
E a alegria distante...
A ânsia e o sofrimento... ui...
Esses, sinto-os tão perto,
Não poderiam estar mais junto de mim.

É num momento complicado, 
Difícil, 
Esmagador,
Diria mesmo, extremamente assustador
Que te (tento) escrevo(er)...

(Talvez até sejam estes os mais propícios)

Queres saber mais?
Independentemente de tudo isto,
Há sorrisos...
Sorrisos super verdadeiros e sentidos...
E porquê? 
Porquê sorrir no meio de tantos...
... nem tenho palavras para descrever...

Sorrio porque estás desse lado,
Porque estás aí
E jamais desistes.
Porque sei que tens a maior força do Mundo,
E que, ainda assim, 
Podes uni-la à minha.

Sorrio porque, felizmente, fazes parte da minha vida
E jamais deixarás de fazer.
(Aconteça o que acontecer,
Lutaremos sempre)

Sorrio porque tudo isto faz parte desta extensa acção a que chamam de vida...

Sorrio porque o mais real e importante de tudo isto, 
É que nos encontramos,
Entrelaçámos
E unimos. 

Sorrio porque tenho a certeza,
A certeza absoluta,
Que eternamente seremos um.

Sorrio porque te amo.
Sorrio porque me amas.

Sorrio, sorrio, sorrio...
Prometes que sorrirás sempre comigo? - Em todos os momentos das nossas vidas 

(Não é poesia, são particulares palavras expulsas pelo que mais nosso temos e contemos - o coração)

segunda-feira, 21 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

Dormem, sonham, esquecem...


Teus olhos entristecem
Nem ouves o que digo.
Dormem, sonham esquecem...
Não me ouves, e prossigo.

Digo o que já, de triste,
Te disse tanta vez...
Creio que nunca o ouviste
De tão tua que és.

Olhas-me de repente
De um distante impreciso
Com um olhar ausente.
Começas um sorriso.

Continuo a falar.
Continuas ouvindo
O que estás a pensar,
Já quase não sorrindo.

Até que neste ocioso
Sumir da tarde fútil,
Se esfolha silencioso
O teu sorriso inútil. 

Fernando Pessoa